«É difícil reeducar as pessoas que foram educadas no nacionalismo. E muito difícil convencê-las de que renunciem a parte de sua soberania em favor de uma instituição supranacional». (Príncipe Bernardo, fundador do Clube Bilderberg)
A verdadeira história do Clube Bilderberg documenta a história desumana da subjugação da população por parte de seus governantes. Assistimos ao nascimento de um "Estado Policial Global" que ultrapassa o pior pesadelo que se possa imaginar, com um "governo invisível", onipotente, que toma os fios da sombra, que controla o governo dos Estados Unidos, a União Europeia, a OMS, as Nações Unidas, ao Banco Mundial, ao Fundo Monetário Internacional e a qualquer outra instituição similar. Assistimos à história do "terrorismo" promovido pelos governos, ao actual controlo da população através da manipulação e do medo e, o mais espantoso de tudo, aos projectos futuros da Nova Ordem Mundial.
Sei que é certo que as pessoas e as organizações não são nem absolutamente “más”, nem absolutamente “boas”. Sei que dentro delas, algo igual ocorre com cada um de nós, existem necessidades de sobrevivência, domínio e poder lutando contra as necessidades de filantropia e de amor a fim de se dominar o próprio comportamento. Mas, parece-me que no Clube Bilderberg prevalecem (embora não seja de forma absoluta) as necessidades de poder de uma forma espectacular e imperturbável.
Também é evidente que algumas das pessoas que estão no poder têm ideais mais elevados e consistentes do que outras que não estão no poder. Também é verdade que grandes empresários, políticos e inclusive alguns de seus colaboradores, estão a lutar – de forma encoberta - para por limites à depravação do Bilderberg. A estes o meu "aplauso".
Em antigas civilizações do nosso planeta houve escravidão e abusos por parte da elite dominante. Em épocas anteriores da Historia vimos medidas draconianas impostas sobre as nações mas, o que nunca se viu, foi "ataques" como os actuais, aos direitos das pessoas e à democracia.
O lado obscuro do Clube Bilderberg ─ a pior maldade a qual nunca enfrentou a Humanidade ─ esta entre nós, usa os novos e amplos poderes de coação e terror que a ditadura estatual global requer, para acabar com a resistência e governar aquela parte do mundo que resiste a suas intenções.
O desenvolvimento das comunicações e da tecnologia, unido ao profundo conhecimento actual sobre engenharia (manipulação) da conduta, é, agora, uma realidade. Cada nova medida, por si só, pode parecer uma aberração, embora o conjunto de mudanças que formam parte do processo contínuo em curso constituem, na verdade, um movimento para a escravidão total.
Durante as últimas décadas os grandes psicólogos (Freud, Skinner, Jung...) foram utilizados, para os fins do governo mundial, através de institutos como Tavistock, ou Stanford, organismos colaboradores do Clube Bilderberg, embora não se saiba até que ponto foram estes informados dos objectivos de dominação mundial do Clube Bilderberg. As investigações e os ensaios sobre o comportamento humano foram demonstrando que a dominação deste não pode provir do castigo, nem dos reforços negativos, mas sim dos reforços positivos. Os reforços negativos, embora produzam, em certa medida, o comportamento desejado por quem o induz, vão indevidamente acompanhados de sentimentos de raiva, frustração e rebeldia nas pessoas, às quais lhes aplica, e por isso esse tipo de técnicas caíram em desuso. Os poderosos têm descoberto que o reforço positivo é a única maneira de provocar nas pessoas, a quem lhes aplica, o comportamento desejado sem ressentimentos, nem rebeldia e de maneira estável.
É este reforço positivo que esta a ser aplicado: dar algo positivo às pessoas quando cumprem as normas impostas pelo Clube, mas fechando qualquer possibilidade de que estas normas se analisem ou se questionem. Os senhores do mundo tentam fazer com que as pessoas se sintam bem e responsáveis quando fazem o que eles dispõem. Durante os últimos anos a população tornou-se cada vez mais obediente e submissa (por exemplo, vemos ultimamente como se esta promovendo o voluntariado, elogiando e heroificando os que se unem a ele, embora seu fim último seja reduzir o mal-estar provocado na sociedade pelo desemprego, perda de direitos e, assim, prevenir os distúrbios sociais). Os Senhores do mundo, para saber até onde podem chegar, sem que a população se revolte, realizam múltiplas experiencias, como, por exemplo, campanhas contra o tabaco e outras. Que as pessoas fumem ou não, não é algo tão importante para os governos como parece. Afinal…muito mais nefasto para a saúde da população são os gases que saem dos escapes dos carros, contra os quais não se faz nada. Embora os técnicos que aplicam as campanhas antitabágico e outras acreditem, fervorosamente, em sua necessidade; o que esta em causa é a submissão da população sendo que sobre a qual, os governos devem estar bastante contentes com os resultados: tudo parecesse obediente e pacifico..
Porém, a submissão tem limites. Não tarda e a “revolução” dos “submissos” será uma realidade incontornável.
Só é pena que os verdadeiros responsáveis, estejam já a fugir para "lugares seguros"...sob pena de ficarem "presos" na legitima fúria dos revoltados..... A história diz-nos que....sempre fugiram a tempo ou protegidos pela justiça dos tribunais...
Paulo