ALENTEJO-PORTUGAL
É aqui, no Alentejo, onde sempre contemplamos as estrelas que a solidão da planície e as horas de embriaguez fizeram do filho da miséria a voz que dera asas ao poema. Mas, se cantar é às vezes enganar o tempo, é o trabalho que leva mais longe o sonho. Nunca um alentejano se esqueceu de juntar as palavras, e enquanto o Sol vai e não vem é o seu canto que o acorda.
Às vezes os olhos são as palavras que o silêncio não diz. Esse silêncio que se esconde no peito dos homens e que parece renascer no Alentejo sempre que lá volto e se põe o sol.
No Alentejo, as cigarras ditam o compasso dos dias. Hei-de voltar sempre ao Alentejo...pois os seus cantos recordam sedes antigas, um cheiro a urze que apetece ser rio e viagem. Nos corações destas gentes dizer o poema é lança-lo ao vento, enquanto se afoga a solidão num copo. E é como quem faz uma trança de água e com ela viaja, que o rouxinol é voz do alentejano algemado no sonho e no desejo de voar....
PAULO
É aqui, no Alentejo, onde sempre contemplamos as estrelas que a solidão da planície e as horas de embriaguez fizeram do filho da miséria a voz que dera asas ao poema. Mas, se cantar é às vezes enganar o tempo, é o trabalho que leva mais longe o sonho. Nunca um alentejano se esqueceu de juntar as palavras, e enquanto o Sol vai e não vem é o seu canto que o acorda.
Às vezes os olhos são as palavras que o silêncio não diz. Esse silêncio que se esconde no peito dos homens e que parece renascer no Alentejo sempre que lá volto e se põe o sol.
No Alentejo, as cigarras ditam o compasso dos dias. Hei-de voltar sempre ao Alentejo...pois os seus cantos recordam sedes antigas, um cheiro a urze que apetece ser rio e viagem. Nos corações destas gentes dizer o poema é lança-lo ao vento, enquanto se afoga a solidão num copo. E é como quem faz uma trança de água e com ela viaja, que o rouxinol é voz do alentejano algemado no sonho e no desejo de voar....
PAULO


71 comentários:
"O Alentejo, o fôlego, a extensão do alento".
Miguel Torga
Obrigada...fiquei sem palavras.
BEijo
AL na,ir
Estimada amiga, este «post» só foi possível porque há algum tempo criamos, de certo modo, uma cumplicidade no âmbito da sociologia popular e outras ciências...filosofia, direito, etc...
O Alentejo, onde tenho as minhas "raizes" é, para mim, sempre um lugar especial. Alí deixei os meus brinquedos de "puto" os meu ninhos de pardais, os meus gatos, os meus «segredos» de infância e, também, algumas aventuras que , aqui, não posso/devo relatar...
Nos finais dos anos oitenta do século passado, ainda não tinha 10 anos, deixei o "meu"/"nosso" Alentejo e passei a ser cidadão do mundo...um mundo cruel e complexo...
Regessar, de visita, ao Alentejo é beber café com Nossa Senhora. às portas do céu.
Um grande beijo, "miúda".
Paulo
Adoro o Alentejo...bom vinho, bons petiscos, boa gente, clima fantástico...a nostalgia está a apoderar-se de mim!
Um forte abraço, amigo!
Paulo, seguir as tuas letras é para mim um prazer, venho do post e chego aqui e depraro-me de novo com as tuas letras... de facto gosto de lrr as tuas palavras, são sentidas, parece que te vejo a alma...
UM abraço!
Até outro instante
O Alentejo é definitivamente uma paixão comum, um estado de alma permanente, uma “moinha” que não me larga e me lembra permanentemente que só estou em Lisboa de passagem.
Permita-me um pequeno episódio. Há uns meses num dos jantares em que a malta se junta sempre que vou lá e após o “regadio” já ir avançado, disse a um dos meus amigos sentado a meu lado na mesa:
- Que falta que isto me faz e que bem!
A resposta veio pronta, calma e serenamente dita, como se saboreasse as palavras e me estivesse a dizer a maior das certezas do mundo.
- Tu na és de lá, és daqui e sempre que te vais embora fica a faltar aqui alguma coisa e a tar uma a mais lá!
Que verdade…
Um abraço
Adoro a planicie no Alentejo e aquele estradas com rectas infinitas de ALCATRÃO, que às vezes com tanto calor queremos andar e o raio das botas ficam agarradas!!!! Eh....
-alcatroeiro-
" O Alentejo, é grande assim como a Alma das pessoas que dele fazem parte "
Um Abraço Paulo.
Obrigada!! Depois de ler o seu blog nunca mais vou precisar de comprimidos para dormir!
Alcatroeiro
Obrigado pelo comentário.
É certo que durante o Verão - "naquelas rectas infinitas das estradas alcatroadas" - há sempre um calor "medonho" que nos "prende" as botas ao alcatrão. Mas, também, é certo que o "stress do dever", por vezes, nos faz a vida negra. O "sistema «braços caidos» é a "melhor arma" para combater «traições" de alguns traidores.
Sei que escrevo em "código"...mas escrevo só para ti.
Olha, e que tal uma açorda de "alhos"????
Abraço
Paulo
Gostei de tal forma, que li e reli devagarinho para poder saborear os momentos que descreves. Fiquei de alma cheia.
Uma boa noite e obrigado
Obrigada pela visita no meu humilde " espaço"!!
Sim!!
Digo humilde porque ao comparar com o que acabei de ler e reler neste Blog....sinto-me pequenina!
Voltarei com mais tempo...para saborear TUDO!
Obrigada....................Maria
Alguns não tem braços caídos:
Por as mais diversas razões e que todos conhecemos, levantam os braços. Quiça não querem ser trasladados do seu local, uma vez que subiram de classe, mesmo com frio e andam eles nas rectas infinitas como se cães de caça se tratasse. Todos compreendemos e Deus perdoa-lhes.
-alcatroeiro com frio-
Olá Paulo!
Arrepiei-me ao ver o video, ao ouvir as palavras...São tão verdade, tão verdade para mim...
Sou alentejana, nascida na planicie.
Crescida na capital...!
É verdade, em terras do Alentejo, o céu está mais perto, as estrelas são mais nossas, a vontade de ir é tão grande como a vontade de por lá ficar...
Continuo arrepiada, emocionada, enternecida...e com uma saudade enorme do ar que se respira num entardecer de Verão alentejano. Ao chegar devagarinho de uma noite de Lua Nova...em que as estrelas brilham ainda mais do que nas outras noites...!
Foi um prazer enorme estar aqui, vir aqui e sentir o que levo no meu sentir!
Cheers
Paulo, muito obrigado pela visita, pois gostei do conteúdo que lá deixou.
Contudo, o meu blog, ainda que eu escreva textos para a Voz do Povo, é o Só Verdades. Pode ver dentro da mesma página.
Ah, já me esquecia, no Verão tem que voltar ao Alentejo, passar férias, claro. Pois passo sempre as minhas em Porto Covo, bem bonito. Um abraço.
“Terra da nossa promissão, da exígua promissão de sete sementes, o Alentejo é na verdade o máximo e o mínimo a que podemos aspirar: o descampado dum sonho infinito, e a realidade dum solo exausto.
Será talvez alucinação de poeta. Mas porque nela se documenta inteiramente a génese do que somos, o que temos de lusitanos, de latinos, de árabes e de cristãos, e se encontra registado dentro dos seus muros o caminho saibroso da nossa cultura, – se estivesse nas minhas mãos, obrigava todo o português a fazer uma quarentena ali. Uma lei pública devia forçá-lo a entrar na cidade a desoras, numa noite de luar. E, sem guia, manda-lo deambular ao acaso. Seria um filme maravilhoso da história pátria que se lhe faria ver, com grandes planos, ângulos imprevistos, sombras e sobreposições. Uma retrospectiva completa do que fizemos de melhor e mais puro no intelectual, no político e no artístico. Só de manhã seria dado ao peregrino confirmar com a luz do sol a luz do écran. E se ao cabo da prova não tivesse sentido que num templo de colunas coríntias se pode acreditar em Diana, numa Sé românica se pode acreditar em Cristo, e num varandim de mármore se pode acreditar no amor, seria desterrado.
Compreender não é procurar no que nos é estranho a nossa projecção ou a projecção dos nossos desejos. É explicar o que se nos opõe, valorizar o que até aí não tinha valor dentro de nós. O diverso, o inesperado, o antagónico, é que são a pedra de toque dum acto de entendimento. Ora o Alentejo é esse diverso, esse inesperado, esse antagónico. (…)”
Alentejo, por Miguel Torga
Bem hajas! Não tenho palavras para te agradecer o vídeo, porque o Alentejo é tudo isso, e as palavras, sobretudo as palavras. Também sou alentejano, e confesso que me emocionei ao ler-te! Mais uma vez, bem hajas!
Alentejo,sem duvida umas das maravilhas do nosso pais!
Bjocas
Que bem que me soube ouvir pela manhã este misto de palavras e imagens...boa forma de se começar o dia, sem dúvida.
Adorei.
Obrigada pela visita ao meu canto. De corrida percorri o teu. Hei-de cá voltar, com mais tempo. Do que li gostei. Denuncias verdades, factos, situações e mentalidades que no dia a dia nos passa ao lado. Penso que faz sentido um espaço de reflexão social. Força bjs e boa semana de trabalho
O Alentejo é o mar feito chão, umas vezes verde, outras dourado mas sempre de tirar o fôlego!
Obrigada pelo momento de poesia!
É a terceira ou quarta vez que aqui venho. Primeiro, o video emudeceu-me. Depois, voltei para rever e ler o texto. E finalmente para comentar mas poucas palavras me restam porque isto ficou hoje simplesmente mágico tal como é mágico o nosso Alentejo. A imagem que trago sempre dele é um local simultaneamente senhorial e campesino com sobreiros cuidados pelas gentes e ruinas abandonadas pela incúria. Mas repleto de um cenário como não há igual que conduz ás mais profundas tradições portuguesas já quase tão esquecidas!O Alentejo é lendário, mistico e inesquecível.É alvo de poetas, artistas, fados e cantares. É impossível não o enaltecer constantemente, não consigo parar!
Hoje agradeço-te pelo que trouxeste até mim. Beijos
Gostei muito deste post, apesar de as minhas raízes não serem do alentejo, tenho muito boas recordações de lá!!!
Quem sabe um dia hei-de conhecer. Mas primeiro a Madeira, de onde vieram os meus. Depois...
os outros comentadores já disseram tudo e hoje estou de palavra curta.
Obrigada pela partilha.
uma alentejana
Muito Obrigado amigo por teres passado no dois kilos de letras!
aparece sempre!
Queria te dar os parabéns pelo excelente trabalho que tens realizado!
Gosto das cores do Alentejo, do cheiro do Alentejo,das pessoas do Alentejo, da terra!:)
Creio que um pedaço do Alentejo vive em cada um de nós. Nossa infância recheada de aventuras e sonhos. Um lugar par retornar quando o resto já não nos apetece.
Beijos dentro de seu coração.
Alentejo da minha alma...tão longe me vais ficando!...
Adorei este silêncio de fim de tarde, onde as palavras me disseram..."foge para um dos cantos mais lindos de Portugal.... o belo Alentejo."
Voltarei a este cantinho.
{{coral}}
gosto da paisagem alentejana
gosto das cores
gosto de sentir o olhar a perder-se no horizonte
não sou do alentejo nem tenho origens alentejanas
e é isso "Às vezes os olhos são as palavras que o silêncio não diz"
gostei do filme
:)
Das minhas amizades
faz parte um alentejano
por algumas afinidades
sendo eu um angolano
Grato pela visita
Raul
Hi from India .
nice to meet you.
Alentejo, alentejo... nada há melhor do que tu.
Abraços
Se não és alentejano imitas muito bem. Só um filho da terra a descreve assim, parabéns.
Eu sou alentejano e acho que existem maneiras mais divertidas e encantadoras de dar a aconhecer o Alentejo!
Penso que as pessoas, e em especial os jovens vão continuar a achar o nosso lindo Alentejo muito pouco interessante e a te-lo como uma última escolha de destino!
No entanto eu em especial gostei bastante!
Um abraço
Rogério
Aquilo para o centro do alentejo anda ao rubro
-alcatroeiro-
-ALCATROEIRO-
Sabes, "alcatroeiro"?
Para fazer justiça, um Estado de Direito põe em acção a «máquina» dos Tribunais. É preciso repôr os direitos de cada um que foram violentados por outrém, é necessário punir o prevaricador.
Mas sempre...e só, através dos sistemas e dos meios autorizados na Lei!
No entanto é frequente - como deves saber - vermos nos veículos de divulgação, através da imprensa - também blogues - , do som ou da imagem, a frase «fez justiça por suas mãos»."aquilo lá no "no centro do Alentejo anda ao rubro"...porque, alí, se faz justiça pelas próprias palavras.
Abraço
Paulo
PS: Escrevi +- em código. Mas entendes, né?
ROGÉRIO....
O Alentejo é, quando se quer, um "estado de alma" onde se assomam a haste e as "mãos" deformadas de muitas vozes submissas. O Alentejo é "eco" de suor e sangue onde se sente a terra-mãe eclodir nas suas entranhas, expandir-se na sua lonjura. O Alentejo é uma especie de tutano dos nossos ossos. As suas gentes têm vozes unânimes, unívocas, fraternais...raizes de esforços quem vêm dos confins dos tempos e do uivo de estórias "macabras".
Voltar ao Alentejo é "abraçar" o Inferno com ardor mas...também é - por instantes - incendiar o sonho..nas asas do qual se pode chegar ao "céu"...
Viver este "paradoxo" é viver no limite e, viver no limite...é viver, agora, o amanhã.
Afinal...ir aos minhos não é o mesmo de navegar na NET...outras histórias...
Abraço
Paulo
Al NA,IR...
Obrigado pelos comentários supra.
Os teus comentários trazem dentro deles as pessoas e, sobretudo, os seres desprotegidos e carregados de sinais, linhas de força que são já em si os itinerários para a construção da "paisagem humana do Alentejo", a que juntas as tuas vivencias da "mesma côr", admitindo, todavia, que há outras, que muito claramente te deslumbram e me deslumbram e nos servem de referência Natal.Assim, como os rios que correm a juros nas margens dos ex-latifúndios também nos sinos das aldeias, orquestrando os óbitos, há qualquer coisa que nos desassossega e/ou espanta, que não se domina...porque a planicie alentejana..essa, é o "colo" do nosso contentamento embuido em pranto de criança e solidão quase loucura...
Mas, volta e meia, lá vou eu até aos lugares do sul...das cigarras e dos ciganos empoeirados nas rectas "infinitas" da secura dos caminhos.
E, agora que ninguém nos ouve: ...às vezes com um olhar ceguinho de choro...
Beijos
Paulo
No Alentejo a solidão não é sentida, as gentes falam com a alma, e esta dita o poema.
Um abraço. Augusto
Que lindas imagens do mail dos alentejanos, junto ao Guadiana terra linda e rio poluído.
-alcatroeiro-
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Nossa que lindo, chega meus olhos encheram de lágrimas, definitivamente, tem certas experiências na vida da gente que se refletem perfeitamente nisto; nesta dualidade, mesmo assim longe, sinto que as vezes ja tive o meu proprio Alentejo, engraçado né...
A terra é tudo o que o olhar abrange.
Ainda há campo neste campo aberto.
É do Alentejo que se vê mais longe,
É no Alentejo que o infinito é perto.
Aqui ainda passa o pensamento
De que toda a passagem é constante,
Até no Alentejo, onde se é lento
E há eternidade a cada instante.
Ainda se estima o tempo que se tem
E o tempo que se teve antigamente
Quando daqui partimos para além,
pelo mar, a contornar um continente.
OBRIGADA PELA RESPOSTA
UM ABRAÇO
ROGÉRIO
Quando poderes passa por lá!
Abraço
Paulo! Venho aqui só para lhe dizer uma coisa, mas não diga a ninguém, é segredo. O meu próximo trabalho, que já está preparado, todo em ordem, um Romance, é todo ele passado no Alentejo. Lá para Fevereiro, Março, já está nas bancas, espero bem!
Um abraço.
sinto-me constrangida. dizer seja o que for aqui será... apenas mais um comentário, por isso remeto-me ao silêncio e a um murmurar nocturno das cigarras na noite quente do alentejo...
brilhante este teu Alem/Tejo.....
faísca de poea largada ao vento.
______________gostei.tanto-----!
Caro Paulo,
Só existe Alentejo neste Portugal das bananas?!?
Só me dá argumentos e razão...
Bissous
un abrazo y que estes muy bien
besitos
besos y sueños
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_______________S E T K 1_______________
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Fields of The Nephilim_Intro (The Harmonica Man) - 1987
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Led Zeppelin_The Battle of Evermore - 1971
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Black Sabatt_Planet Caravan - 1970
http://download.yousendit.com/C12665232F99B97A
Bauhaus_Slice of Life - 1983
http://download.yousendit.com/2C28C17510B903F3
The String Quartet_Changes (original de Black Sabbath) - 2002
http://download.yousendit.com/2E34BC4F0AC6A841
Pavlov's Dog_Standing Here With You (Megan's Song) - 1976
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The Escape_Seventeen Seconds (original de The Cure) - 2004
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Volstad (feat. Fernando Ribeiro)_Apart (original de The Cure) - 2004
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The Mission_Wasteland - 1986
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The Stranglers_God is Good (live) - 1998
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Alien Sex Fiend_I Walk The Line - 1986
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Skeletal Family_The Wind Blows - 1984
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Under Two Flags_Lest We Forget - 1983
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Fields of The Nephilim_Trees Come Down - 1985
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Southern Death Cult_Fatman - 1982
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(A CONTINUAR...)
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!!!NOTA - SÓ DISPONÍVEL DURANTE OS PRÓXIMOS 7 DIAS!!!
klatuu.niktos@gmail.com
Acabo de amar os comentários casuais quAcabo de amar os comentários casuais que você coloca em blogs. São bem um companheiro interessante. Desejo você muitos anos de sorte e felicidade.
Gosto muito do Alentejo, já passei aí ferias e adorei, as praias são lindíssimas e as paisagens de cortar a respiração, principalmente na primavera.
Bjs :)
O Alentejo pintado por um filho da terra, tem mais cor. Gostei.
Alentejo forever!!!!
E ma nada...
Abracos!
gracias por tus saludos en Sucesos
Portugal es un pais que admiro mucho
besitos y gracias
besos y sueños
ALENTEJO!!! A melhor de todas as regiões do país!!!!
Ass: alentejano orgulhoso
"alentejanos orgulhosos"
Obrigado pelo comentário.
Ser alentejano é «fazer amor com a terra».É cantar ao sol as searas ensaguentadas. Mas é, lá, onde os jardins têm morada incerta, que as flores são associadas aos sacrifícios e aos filhos perdidos...
Mas não há-de ser «nada»...!a esperança, essa...., será a última a "voar" até ao além do infinito...lá onde os anjos se confundem com os corvos, numa sinfonia de cores "mortas" pelo desgaste dos paradoxos...até ao fim dos tempos...e das saudosas açordas de alho versos fome desfarçada.
Abraço
Paulo
muito lindo msm!!!!!!!!
bjs
te mais
"Às vezes os olhos são as palavras que o silêncio não diz."
:)
Passei para deixar saudades... do alentejo, está sempre no meu coração...
E Algo melhor que o nosso alentejo ?? mas, nem pensar !
por acaso n conheç mt bem o alentejo, mas ja agora obrigado pela visita ao meu blog :)
Fiquem com vontade de passar lá uns dias... ;)
Bom fds.
Ser alentejo é ser Portugal... É ser-se só e viver-se num mundo que tem tanto de tão belo como tanto de tão só... Alentejo no presente é morte, é solidão, é paisagem... Alentejo no fututo somos nós...
Meu caro conterrâneo: Espectacular!
Um abraço e bom fim-de-semana!
Mais uma visita a este Blog que me tráz memórias bem escondidas no meu coração...
Aqui...de visita em visita...fico cada vez mais extasiada e com uma saudade enorme da Terra que me viu
nascer e crescer!
Bom fim de semana!!
Beijo
Maria
Q lindas imagens do Alentejo. Portugal, embora seja um um Paìs pequeno, è muito belo, encantador. Imenso e profundo texto tambèm.
...onde eu estou emprestada por um tempo! exactamente nesse supreendente Alentejo:)
"Às vezes os olhos são as palavras que o silêncio não diz. Esse silêncio que se esconde no peito dos homens e que parece renascer no Alentejo sempre que lá volto e se põe o sol."
Bom trabalho Paulo. Belo texto de apresentação, belas imagens acompanhadas também de palavras muito significativas.
Um abraço de um alentejano também "exilado" por estas Lisboas...
Gostei muito deste trabalho. O Alentejo é uma fonte de inspiração inesgotável. Para mim é e continuará a ser sempre!
www.Olhares.com/Isaurinda Brissos/ Peroguarda - Um lugar ao Sul.
Adoro o Alentejo!!
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