31 Maio 2006

GUERRAS


«Gordes, o que fazemos?

Não teremos paz?

Nunca teremos paz na terra?

Na terra teremos sempre a guerra?

A guerra que para o povo é um fardo

tão pesado...»

(Olivier de Magny (c.1529-1561)

27 Maio 2006

"ORDEM PÚBLICA"


03/05/2006-Lisboa-Portugal (GNR)
«A liberdade que se desgarra da ordem é crime; a autoridade que se desprende da ordem é arbítrio» (Dec-Lei nº 35043 de 20/10/1945)

25 Maio 2006

REFUGIADOS DESLOCADOS E EXILADOS


«sei por mim próprio que os exilados se alimentam de esperança»
(Ésquilo-c.526-456)
Desenraizados, destroçados, esta humanidade sofredora e errante de mais de 50 milhões de seres humanos, refugiados, deslocados e exilados, vive a expectativa em países cujo «acolhimento» é, muitas vezes, apenas nominal.
Dá que pensar.....
Alguma coisa esta a ser feita?

"FILHOS DE UM DEUS MENOR"


O que é a «humanidade» do homem senão a sua capacidade de respeitar o próximo? Todas as civilizações e culturas possuem o seu lote de textos épicos ou jurídicos, de ensinamentos religiosos, de ditos e de provérbios, que definem assim essa noção de humanidade.

Praticamente todos os deuses venerados no nosso planeta atribuíram à vida um carácter sagrado. «Não matarás», ordena o Decálogo que Moisés recebeu das mãos de Deus. No Alcorão, que é, segundo a tradição muçulmana, uma transcrição directa da palavra divina, lê-se: «Aquele que matou um homem que não tenha cometido nem crime nem pecado grave à face da Terra, matou a humanidade inteira». Se nenhuma religião condena formalmente a pena de morte, todas a fazem acompanhar de condições que regulam estritamente a sua aplicação.